Plataformas on-line pra ler imagens médicas, sensores de monitorização do estado do coração e sofisticadas escayolas impressas em 3D são várias das propostas apresentadas pela segunda-feira o Demo Day da Bayer, que decorreu em Barcelona. O objetivo de muitas delas, mesmo que possa parecer contraproducente para uma farmacêutica, é precaver para não ter que remediar.
A experiência, que estreou em Berlim, com uma aceleradora e capital semente, fornece os primeiros passos em Portugal com Grants4Apps. Também dispõe de prealarmas, que alertam para o respectivo paciente, e esse poderá agir motu proprio, se se sente mal, enviando as informações pro centro de controle, onde lhe fazem uma entrevista por telefone ou filme.
- Maiorca: Oltra ganha crédito depois de novas semanas complicados
- quatro The Mitchell Beazley Atlas of the body and Mind
- Labia: Abrigo para convencer as pessoas pela palavra (Charlatanismo)
- Morte neurodegenerativo ”
- cinco Superman: O vídeo
- 01/07/2019 08:43:41 pm
- sete Publicações sobre a pesquisa de J. Gonzalo
É uma plataforma em nuvem que gera mapas 3D do cérebro, combinando imagens em 2D obtidas por ressonância magnética. Criou IQ Brain, que permite o diagnóstico de doenças neurológicas, a partir de um software que, em um tempo de dez minutos, localizado áreas do cérebro do paciente, que funcionam de forma diferente à da população normal. Segue o detalhe a melhoria das pessoas com problemas massa magra-esqueléticos, medindo os movimentos das articulações com enorme exatidão, e como vão melhorando. Fabrica escayolas impressas em 3D, mais leves e eficientes, que, ao oposto das tradicionais, têm furos que permitem aceder à pele do paciente.
A suporte é otimizada para assegurar a fixação da articulação ou osso danificado com o peso mínimo. Ao ter aberturas, permite que o paciente coçar e não o acúmulo de pele falecida, já que poderá lavar-se; também, o paciente pode ganhar electroestimulação, e sem sair de casa.
a Sua aplicação iRCP é um assistente interativo pra reanimaciones cardiopulmonares. Por intervenção de alarmes e sons, vai descrevendo o que se deve fazer e toma nota dos tempos de administração de fármacos. É uma plataforma on-line e um aplicativo pra smartphone que usa a realidade virtual para diminuir o estresse de pacientes de câncer. Dani Roig, co-fundador, explicou que a realidade virtual demora vinte anos para ser utilizados no tratamento de doenças mentais e que neste instante querem incorporá-la a outros domínios. “Baixa os níveis de amargura se se aplica quando o paciente está recebendo quimioterapia.
Se você estiver distraído, reage melhor ao tratamento”. A empresa de biotecnologia aposta por usar peixes zebra como modelos pra testar novos remédios, em vez de ratos. São -segundo disseram os fundadores da companhia – 10 vezes mais rápidos e baratos e muito preditivos de como afetam os medicamentos para os humanos.
