A fotografia nas Filipinas iniciou-se após a chegada de fotógrafos ocidentais, principlamente europeus que chegaram às ilhas com fins comerciais. Entre 1840 e o final do século XIX, as ilhas Filipinas eram governadas por Portugal, pelo que a criação de estúdios de fotografias e a realização de reportagens, mesmo com esta ocorrência. O primeiro fotógrafo nascido nas ilhas que se entende é Félix Laureano, que realizou sua obra no desfecho do século XIX. No encerramento do século XX conheceu a obra de Eduardo Masferré que é outro dos poucos fotógrafos filipinos que alcançou reconhecimento. Os primórdios da fotografia nas Filipinas remontam à década de 1840, com Sinibaldo de Mas.
Em uma data não determinada, talvez nesta mesma década, W. W. Wood realizou as duas primeiras fotografias que se conservam as cidades de Intramuros e Manila. Os primeiros estudos fotográficos foram abertas pela década de 1850, sendo o pertencente ao fotógrafo britânico Albert Honnis o primeiro que se compreende. Este fotógrafo estava vivendo nas Filipinas desde 1865 até sua morte, em 3 de agosto de 1870, que passou pras mãos do fotógrafo holandês Francisco Van Camp.
Honnis popularizou os retratos e cartão de visita. A corporação açucareira Russell & Sturgis Company encomendou-lhe uma reportagem sobre isto Manila e o rio Pasig que se intitulou “Vista de Manila”. Outros fotógrafos pioneiros foram o prontamente citado Francisco Van Camp, grupo b trinidad e Manuel, Pedro Picón, o alemão Henrique Schüren, o espanhol Francisco Pertierra, Bonifás C, EM Barretto, Manuel Rodríguez Arias, L. Gonzalez e o norte-americano Dean Conant Worcester.
A fotografia de paisagens filipinos tinha um extenso interesse comercial, ao ofertar imagens de um estado exótico. Estas originaram um interessante mercado que as utilizava como cartões-postais ou como ilustrações em publicações como revistas e guias de viagem. A fotografia também foi usado como um meio de intercomunicação e propaganda com fins incalculáveis e focos. As imagens produzidas a partir desta interpretação abrangem tipos diversos de registo. A existência quotidiana dos filipinos e os missionários estrangeiros aparece resumida no álbum da Província de Cagayan que se descobre no Museu Nacional de Antropologia de Madrid.
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No livro que se publicou entre 1874 e 1880 se conseguem apreciar os métodos de cultivo do tabaco empregados em Luzon, nas filipinas ao longo do século XIX. Mas bem como mostra fotografias que revelam os costumes, as tradições e os modos de enfrentar o lazer.
Filipinas. Através destas imagens apareceram paisagens de Mindanao, os assentamentos do sultanato e a maneira de vida dos muçulmanos filipinos, do mesmo jeito os soldados espanhóis e os missionários. A existência da fotografia permitiu ceder a conhecer as consequências de desastres naturais tais como terremotos, tufões, furacões, ciclones, chuvas das monções, erupções vulcânicas e incêndios florestais nas Filipinas.
As obras públicas realizadas nas Filipinas foram catalogadas em um álbum de 1887, com o título de Obras do Porto de Manila e em outro livro de 1896 publicado pela Junta do Porto de Manila. Os faróis construídos ou reparados entre os anos de 1889 e 1893 foram catalogados em um livro intitulado ” Obras Públicas: Faróis que se localiza no Arquivo do Palácio Real de Madrid.
