Na semana passada, o Tribunal Constitucional alertou pessoalmente Roger Torrent e ao resto dos participantes da Mesa do Parlamento de que deviam “abster-se” de “iniciar qualquer intervenção”, destinada a oferecer a suspensa investidura de Carles Puigdemont. O aviso do supremo Tribunal exigia, além disso, que, “de não responder o pedido”, o presidente da Câmara catalã e os integrantes da Mesa que eventualmente passassem a apoiar a tua conduta poderia “incorrer em responsabilidade penal”.
Bem -salvo passo pra trás imprevisto de Torrent a última hora – a reforma da Lei de Presidência se discutirá e aprovará esta sexta-feira, no Plenário do Parlamento. Tanto o Governo como Cidadãos que estão à espera que o presidente da Câmara catalã consome seu estímulo para recorrer ao TC. Com a mesma rapidez concebe operar o Executivo central.
Os serviços jurídicos do Estado prontamente têm preparado o método contra a Lei da Presidência pra apresentá-lo no momento em que se debata. O subcessor de Forcadell defende que a desobediência ocorreria se a reformada Lei de Presidência acabará sendo usado para ungir o presidente do Governo deposto e fugiu em Berlim. É aí que o presidente do Parlamento parece não aspirar entrar.
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Com tudo, será Puigdemont quem tem a última frase. A decisão será instituído com a CNA, que por hora só se referia investir Puigdemont ou regressar às urnas, e que já pergunta aos seus associados, se aceitariam outro candidato. Seu presidente, Elisenda Paluzie, viu-se esta quinta-feira com Puigdemont para começar um roteiro. No caso de que o ex-presidente opte por ceder o passo a uma presidência elegível a investidura ainda dependeria de um último componente. Nesta quinta-feira Local apresentou um processo pro TC contra a delegação de voto de Puigdemont e Toni Comín.
Se o Tribunal decidisse suspender a prerrogativa que o Parlamento concedeu aos deputados fugitivos, JxCat e DRC não somariam votos suficientes pra ungir o candidato que tenham definido. O suporte da CUP voltaria a ser essencial, todavia o pacto só aceitam investir Puigdemont e a repetição eleitoral estaria servida.
Sob o reinado da dinastia outro (1024-1125), o Sacro Império romano-germânico (962-1806) absorveu o norte da Itália e a Borgonha, se bem que os imperadores perderam o poder na Questão das Investiduras. Sob os imperadores Hohenstaufen (1138-1254), os príncipes alemães aumentaram a sua interferência pro sul e leste, os territórios habitados pelos eslavos. No norte alemão, surgiram cidades prósperas como as da Liga Hanseática.
