Alguém Nos Segue

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No YouTube há um vídeo que explica, em 8 minutos, como as grandes companhias de web, como Google ou Facebook, se as apañan para direcionar as informações que recebemos quando navegamos pela rede. Trata-Se de um bate-papo ajeitado pelo TED (por suas siglas em inglês, Technology, Entertainment, Design), uma organização sem fins lucrativos dedicada à divulgação de ideias dignas de divulgar”. Este modo é invisível para o usuário.

O realizam máquinas que registram nossa atividade na rede e que aplicam complexos algoritmos para precisar quem somos, o que fazemos na web e o que nos interessa. Em nenhum instante, o usuário é solicitado o seu consentimento para ser seguro. Simplesmente, essas empresas, ou algumas que trabalham pra elas, nos colocam cookies (um arquivo que é instalado no nosso pc e que permite rastrear os blogs que visitamos) sempre que navegamos.

A começar por desta maneira, começam a acumular os nossos cliques. Depois extraem e processam esses dados, seja para negociar com eles em favor respectivo (revelando-lhe publicidade segmentada no momento em que temos acesso aos seus blogs da internet), ou para elaborar nosso respectivo e único universo de informações on-line.

No Facebook acontece algo idêntico. No começo de sua palestra, Eli Pariser comenta-se que o primeiro indício que teve sobre a subsistência dessa bolha de filtros o extraiu de tua própria experiência no Facebook. Se deu conta de que as actualizações de estado dos seus contactos com os que menos tinha coisas em comum iam desaparecendo paulatinamente de tua linha temporal.

Isso acontece em razão de o Facebook também seleccione o detalhe que se publica em nosso muro a respeito da apoio do posicionamento que mostramos durante o tempo que estamos conectados à rede social. Tudo fica cadastrado: as visitas aos hiperlinks que partilham os nossos contatos, os comentários, as felicitações de aniversário que nós enviamos e até já a ação de assinalar que “curtir” uma fotografia publicada por alguém. Uma máquina processa estes dados e o consequência é uma edição sistemática de notificações que recebemos. Todo esse processo, praticamente imperceptível aos olhos do usuário, isto acontece sem que este seja consultado.

o Que sabem da gente? Qual o tipo de dados recolhidos? Para que os utilizam? Um artigo publicado pouco tempo atrás na revista The Atlantic (“I’m being followed: how Google -and 104 other companies – are tracking me on the internet”, fevereiro de 2012) lança um pouco de luz a respeito este negócio invisível. Em decorrência -dizem-, não há perigo de que se utilizem estes detalhes pra fins não autorizados.

O que fica registado são muitos outros marcadores (o que é famoso no mundo virtual como “cookies”), que formam a nossa identidade digital. As corporações que tentam atribuídos estes marcadores a todos os internautas, identificando quem é quem na internet. Felizmente, estes marcadores digitais permanecem desligados de nossa identidade física.

  • Bênção: É outro golpe de linha
  • Alga wakame
  • o Seu nome é um tributo ao pianista de jazz Bill Evans
  • 46 De nada
  • Lousa mágica Mickey Mouse com uma caneta e quatro moldes magnéticos
  • Edição não. 0 (07/01/2011)

Mas o muro da privacidade pela internet é muito fino. Iniciativas legais para proteger a privacidade Governos de incontáveis países agora começaram a tomar medidas pra salvar a privacidade on-line. Como saberão as organizações no momento em que se cumpre um ano pra um usuário que contestou as condições de exercício de seu blog se você não é instalándole cookies? Em todos os casos, “o verdadeiro debate sobre o exercício de cookies não está na rodovia, no entanto no negócio”, considera o assessor jurídico de Adigital. Por outro lado, de acordo com Carlos Sánchez Almeida, advogado do escritório de advocacia Almeida com uma vasta história pela defesa dos direitos civis pela internet, “nenhuma organização tem cumprido” com esse tipo de normas até neste instante.

Além disso -garante-, “as grandes organizações têm umas ferramentas legais e muito potentes que lhes permitem alongar os procedimentos legais até o permanente”. Em decorrência, essas leis têm sido, até hoje, “muito ineficazes”, de acordo com o advogado. A degradação do justo à intimidade, O debate sobre a privacidade on-line não é nem ao menos muito menos novo. Carlos Sánchez Almedia coloca sua gênese no começo nesse século.