A Agregação de Colaboradores com as Mulheres Presas (ACOPE) nasceu em outubro de 1986, pra ceder apoio às barragens de Peças. É composta exclusivamente de pessoas voluntárias que vão pra prisões pra fazer oficinas, assessorar e ver de perto as presas, em tão alto grau em centros de detenção como os pisos de acolhimento. O que prisões vai? Começamos em Peças, daí passamos a Carabanchel , depois outro grupo de ACOPE esteve em Vitória. Eu passei a Alcalá Meco e lá estou entrando todos os sábados.
Pela cadeia de Brieva, em Ávila, entre os domingos. E eu assim como estou indo a cada quinze dias em Albacete. O que é que está fazendo nos dias de hoje nas tuas visitas? Não vamos fazer caridade, nem para visitar as mulheres por causa de sim, nós tentamos fazer um serviço sério com programas socioeducativos.
Levamos programado que trabalhar, tendo como exemplo, a auto-estima ou as emoções, apesar de não é sempre que é possível. A título de exemplo, esse domingo, meu grupo de mulheres em Ávila tinha reduzido muito, em razão de eles estão ajustando-as de módulos e descobri que o que estava programado não poderá levar a cabo, contudo, normalmente, sim. Como começa uma mãe de 6 filhos para visitar as mulheres presas há 30 anos?
Comecei a insuficiente tempo de fundação da liga, no momento em que minha filha tinha por volta de 10 anos. Foi alguma coisa casual. Na época, as gurias estavam na prisão até seis anos de idade, que era uma verdadeira aberração, e uma de minhas filhas estava pela agregação. Os tiravam os domingos pra ceder um respiro de ar fresco. Porém minha filha se casava e ia pra Campinas e eu falou “mãe, fica esta praça livre em ACOPE”, e eu, um pouco inconscientemente, eu falou que sim e esse mundo me pegou.
Por isso, como nesta hora, carecemos de voluntários. Como foram os primeiros momentos? Mudou todo o meu idéia da prisão. Eu nunca tinha pensado isso de “o que faz com que a pague”, no entanto sim que eu era um mundo indiferente. Sabia o que estrada nos videos e um pouco mais, não me interessava muito.
Entretanto ao entrar vê esses rostos que estão requerido justiça, em razão de eles estão privadas de autonomia, porém assim como de várias mais coisas, e eu comecei a acompanhar um outro universo totalmente desigual e assistir de uma outra forma. Elas me ensinaram.
Você percebe que não importa pelo motivo de estão lá, isto você domina que o juiz e elas mesmas e nós nunca perguntamos, mesmo que elas geralmente se contam definitivamente tudo. O importante é que estão. Porque a prisão não serve pra nada, não retorne a colocar, não é verdade. As pessoas que podem se reintegrar e sair é à custa de muito interesse e com preços muito altos. No início tivemos que assimilar muito.
- Quatro Ângulo de visão
- Alimentação contra a diabetes
- Formadores de software
- (Risos) Não entendo, não tenho dúvida que é uma brincadeira, eu acho que todos, todos não
- Os trabalhos forçados levados a cabo pelos holandeses para os indonésios
Se é verdade que, apesar de não se aceitam todos os relatórios feitos, a circunstância de editar e que sejam aplicadas as alterações está lá. Não vamos, nem ao menos desejamos rejeitar a enorme utilidade do Google Maps pra um grande número de pessoas em todo o levanta.
Porém carecemos reconhecer que a permissividade na hora de adicionar conteúdo, publicar comentários, criar este artigo fotos ou fazer dúvidas maliciosas, para uma organização, tem sido e continua sendo um dos maiores lastros para o Google. O Google trouxe à tona várias armas “algumas” contra este tipo de tema, em fração pra limpar a sua reputação e, em quota, para que se possa fazer uma superior limpeza de spam do Google Maps.
Essas armas são, por um lado, de uma atualização em suas políticas de assunto e, por outro, a facilitação de um formulário de relatório (disponível só em inglês, há alguns meses) de tema fraudulento presente no Google Maps. A alteração nas políticas do Google tem passado despercebido pra massas.
