Por 15 anos, a Bolívia tem vindo a implementar reformas estruturais de alongado alcance em quase todas as áreas da economia. Entretanto, todas estas reformas tiveram pouco choque na redução do nível de pobreza no estado (que Você Lê e Mejía, 1997). o
Quais são as razões pra que esses resultados sejam tão decepcionantes? Este documento sugere que se tem estado ignorando um semblante muito significativo: a mobilidade social. A mobilidade social expõe-se à ligação que existe entre o nível socioeconômico dos pais e o que podem atingir os seus filhos.
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Juntas, a mobilidade social e a desigualdade de renda descrevem a “justiça” de uma definida distribuição de renda. Assim, a desigualdade de renda não é bastante pra retratar uma instituída situação social. Se a mobilidade social é pra pequeno, uma alta diferença pode importunar uma inexistência de incentivos pra acrescentar o esforço, o trabalho, por causa de é insuficiente viável que a quantidade de interesse de modificar a ocorrência de alguém.
Se, por outro lado, a mobilidade social é alta, os incentivos pra trabalhar arduamente conseguem aperfeiçoar a situação das famílias, e a distribuição de renda seja altamente desigual; isto tanto os retornos esperados do empenho sejam maiores. O resto do documento foi organizado como segue. A Seção dois revisa a literatura teórica a respeito da mobilidade social e mostra que as economias com uma elevada mobilidade social tendem a provar maiores taxas de avanço do que aquelas economias com uma baixa mobilidade social. A Seção três oferece as estimativas empíricas da mobilidade social pela Bolívia e em outros países da América Latina. Mostra que a Bolívia está definitivamente entre os países com mobilidade social mais baixa.
A Seção quatro utiliza dicas da pesquisa de domicílios, realizada na Bolívia, em 1997, pra explicar por que a mobilidade social é tão baixa. A Seção cinco explica as decorrências da baixa mobilidade social, e, enfim, a Seção 6 dá recomendações de política pra acrescentar a mobilidade social. Raut desenvolve um paradigma de sinalização de crescimento endógeno, no qual os talentos inatos e os níveis de educação são os que dirigem a acumulação básica de entendimento.
O talento inato de alguém é um conhecimento privado e está distribuído de modo independente dos antecedentes familiares do sujeito. O nível de educação dos indivíduos, tanto ofertantes de serviço, atua como um dispositivo de sinalização para os talentos e bem como evolução a produtividade.
O grau de educação atingido por uma pessoa é definido pelo seu talento e, como veremos, por causa de seus antecedentes familiares. O modelo gera múltiplas trajetórias de desenvolvimento equilibrado, que diferem no grau de mobilidade social e pela taxa de crescimento. O equilíbrio é conhecido como equilíbrio separador de máximo crescimento (Growth de aperfeiçoamento do recinto separating equilibrium). Nesta ocorrência, todos os jovens são educados de forma adequada, independentemente de seus antecedentes familiares, o que o empregador pode confiar que cada pessoa com uma educação estabelecida também possui os talentos inatos que a acompanham.
por este caso, todo o talento inato é utilizado pelo sistema de forma otimizada e a taxa de desenvolvimento é maximizada. O segundo estudo, de Hassler e Mora, analisa uma economia com 2 tipos de indivíduos: os trabalhadores e os empresários.
Os empresários são os que geram as novas idéias e tecnologias e exercem com que a economia cresça. Quanto mais inteligentes forem os empresários, mais elevada será a taxa de progresso da economia. A inteligência é distribuída aleatoriamente entre as pessoas.
