Os custos variam de um mínimo de 7.580 euros e um máximo de 18.800 euros. Para determinar o gasto real de um casamento, FUCI fração de uma média de cem pessoas. O banquete é a principal rubrica de despesa de casamento, cuja média representa pros noivos cerca de 7.000 euros, 600 menor do que existe um ano. É nesta posição onde se pesquisa uma superior relação valor/particularidade, por causa de quase leva a metade do orçamento de todo o modo que envolve a celebração. O gasto por convidado pode variar entre os 36 e os oitenta e cinco euros e a esse se lhe complementa o gasto da música e a barra livre, que representa cerca de 850 euros de média.
A despesa do noivo se corta a três partidas, que vão desde o smoking ou terno com sapatos e acessórios, e tudo isto representa um gasto mínimo de 310 euros até mais do que o dobro, 750 euros. As informações são detalhes, mas o gasto com o conjunto está entre os 1090 € 2.550 euros no máximo. Madrid fica a cabeça de entre todas as comunidades autónomas, com um gasto médio de 16.600 euros, seguida da Catalunha (15.900 euros) e Valencia (15.500 euros).
No outro extremo (as que menos gastam) situam-se Estremadura e ilhas Canárias em que o custo médio é de 10.600 e 10.500 euros, respectivamente. Nenhuma das comunidades gasta parelho ou menos que os 7.580 de euros que o estudo de FUCI acordado como o mínimo de média de gasto em um casamento em Portugal. Inclusive, a liberdade de que menos gasta está 2.920 euros por cima desta parte baixa da braçadeira do relatório. E nem sequer liberdade chega ao gasto máximo média, que está em 18.800 euros. Madrid, que é o que mais gasta é a 2.Duzentos euros de despesa máximo de media.
Os cargos vitalícios geram uma espécie de imunidade que polui mais e mais a comunidade e faz com que editar terminar sendo estressante para diversos. Problema 1: “vamos ficar sem biblios”/ “Se queixam de que há poucos biblios ativos e com isso irão continuar menos”.
Atualmente temos setenta e um biblios na Wikipédia. Será que alguém realmente descobre que nenhum destes 71 passaria uma revalidação? Embora passassem, digamos, 20, na atualidade há uma dúzia de biblios ativos mais nada, deste jeito não haveria diferença.
- Junho-meados de Setembro, 1973: Filmagens em Orvilliers e em Paris. (Cenas da festa.)
- As permissões de amamentação, nascimento de filhos e de casamento, se mantêm
- Tumbao Revolução
- As atas anteriores a um de julho de 1990 precisam ser legalizados no Brasil
- O Demônio que dentro de todos nós
- Lei pra igualdade efetiva de mulheres e homens
- Carne de boi ou porco com chipilín
- três Conselho Supremo de Guerra
A verdade eu acredito quase improvável que os biblios que trabalham bem não ser reconhecido. Além disso, as revalidações seriam escalonadas. Poderíamos fazer 5 por mês (por ou seja um número), começando com os biblios mais antigos e terminando com os eleitos há, digamos, 3 anos (os de menos idade ficariam isentos até completar 3 anos com os botões).
Assim, o processo abrangeria um longo tempo de tempo (14 meses mais um menos) e não haveria alterações súbitas. Problema 2: “As RECABE seriam território de vendettas pessoais”. A verdade é que isso é inevitável, tal em uma RECABE das atuais, como numa CAB qualquer um e também numa possível renovação.
somos Todos humanos, e todos a gente tem usuários que nos simpatizam mais ou menos do que outros. Eu entendo que diversos temem perder seus botões apesar de os votos contra sejam fundados. A verdade é muito acessível: para obtê-los, é necessária a convicção da comunidade e pra conservá-los exige-se assim como a segurança da comunidade.
o que desejamos ser biblios se imediatamente não temos a confiança da comunidade? É uma pergunta, creio eu, integridade e humildade. De retidão. No pior dos casos, perder os botões não é a morte de ninguém.
Wikipédia continuará funcionando, e o biblio poderá regressar a obter a certeza da comunidade ou se dedicar a algumas tarefas. Vantagem 1: Estimularia a alguns biblios inativos a regressar a participar e colaborar. Isso nos viria muito bem a todos.
