Segmentação No Mercado De Casal

Segmentação No Mercado De Casal 1

O crescimento da economia durante os últimos cinqüenta anos, mostra um jeito que poderíamos denominar de natural, é manifestar que a economia cresceu só pelo desenvolvimento da população. Esta preocupante constatação levou-nos a indagar as causas que explicaria este virtual estagnação da economia portuguesa no último meio século. Fruto dessa aflição é que chegamos a uma primeira conjectura: a de que a trava para o crescimento estaria numa baixa mobilidade social.

Quando a mobilidade social é para pequeno, ou melhor, quando os indivíduos não têm possibilidades de melhorar a sua situação, apesar dos esforços que façam, desse modo, elimina-se o empenho e o progresso reduz. Este fenômeno de baixa mobilidade social explicaria, em amplo medida, aquilo que não conseguimos explicar: o porquê das políticas económicas não conseguiu os resultados que se esperavam. Nós tínhamos achado a ponta do novelo, prontamente era uma charada de desvendar a complexa urdidura que se esconde por trás da baixa mobilidade social. O presente trabalho é um primeiro exercício, no sentido apontado, tentando observar em que quantidade o mercado de casal atua como elemento facilitador da mobilidade social no contexto da estrutura social boliviana.

  • O peru de Jerky Turkey
  • Alfonso Martinez de Irujo e Domecq (n. 2013).[28]
  • Diz ser Truk
  • 7 O associativismo
  • 2 O período de teste

A discriminação no mercado de serviço prevê dois momentos de análise: a discriminação de reposição, isto é, a discriminação no interior do respectivo mercado, e a distinção premercado, quer dizer, aquela que afeta os indivíduos antes de sua inserção no mercado de serviço.

A distinção a partir do poder monopolista, nasce do interesse na maximização de lucros por parte dos agentes discriminadores. Tanto entre os países fabricados como em desenvolvimento, existe uma ampla gama de exemplos de distinção no lugar de trabalho. O exemplo que mais se repete é o filiado ao tema de gênero, e as diferenças se encontram nos níveis salariais auferidos por homens e mulheres, demonstrando uma clara tendência de distinção negativa contra o sexo feminino.

Tendo como exemplo, ao checar um caso de diferenciação por gênero em um povo construído, encontramos o seguinte. De acordo com a busca New Earnings Survey (1979), no Reino Unido, as mulheres tinham um rendimento semanal correlato a 62% da renda semanal dos homens.

Antes de fazer uma observação da problemática da distinção no mercado de trabalho pela Bolívia, convém apontar alguns aspectos da população boliviana, com finalidade de compreender melhor o nosso objecto de estudo. De acordo com os detalhes do Instituto Nacional de Estatística (INE), Bolívia mantém um crescimento demográfico média de 2% ao ano e uma taxa anual média de 4.Vinte e sete por cento para a área urbana.

A tendência crescente da população urbana contrasta com a tendência mostrada pela área rural. Com apoio nos dados do INE, até o ano de 2002, a população rural se manteve permanente, pelo que o desenvolvimento da população urbana estaria compartilhando o desenvolvimento total da população na Bolívia.

O Quadro um expõe alguns indicadores do mercado de trabalho pela Bolívia por área geográfica. No Quadro 2 queremos observar que existem marcadas diferenças em termos de rendimentos salariais no momento em que se faz a distinção por grupo étnico. No Quadro 3 podes-se ver que a diferença salarial entre homens e mulheres é ampla; as mulheres, em média, recebem a metade do salário dos homens (54%). Combinando estes resultados com ios indicadores anunciados no Quadro 1, desejamos inferir, a priori, que a discriminação por sexo no mercado de trabalho boliviano é realçada a partir de inúmeras perspectivas.