Para o discurso filosófico, os exemplos chegam a ser um dificuldade: nossas tradições filosóficas subestimam os exemplos (em nome da lógica conceitual e o raciocínio e amostra) e, ao mesmo tempo, costumam prestar qualquer tipo de paradigma como um modelo exemplar. Por esse post apresenta-se ênfase à competência da construção de casos intermediários.
Se explora os estilos semióticos, pragmáticos e retóricos relacionados com o ato de oferecer um exemplo e é comparado com outros meios de enunciação: citações literais, ilustrações, imagens, metáforas. Também aborda-se um correto giro paradigmático pela epistemologia contemporânea, que enfatiza o papel dos modelos e exemplos compartilhados, pela investigação científica. Finalmente, discutem-se os problemas práticas pra determinar modelos exemplares em tempos de exceção: quando o injustificável torna-se uma norma, só queremos doar o nosso testemunho.
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- 1939: Joe Clark, político canadense
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- 4 Editorial Universidade de Antioquia
Palavras-chave: Exemplo, ilustração, paradigma, paradigma, testemunho. Common examples and exemplary semelhanças have been an ancient and quotidian means for acquiring competence in life and discourse performance. But, for philosophical discourse, examples become a problem: our philosophical traditions undervalue examples (in the name of conceptual logic and demonstrative reasoning), and, at the same time, tend to consecrate some kind of paradigm as an exemplary model. In this article we pay attention to the efficacy of constructing intermediate cases. So, we explore semiotic, pragmatic and rhetorical aspects related to the act of setting an example, and we compare examples with another enouncement means like literal quotations, illustrations and metaphors.
We also take seriously a certain paradigmatic turn in contemporary epistemology, which emphasizes the role of models and shared examples, in scientific investigation. Finally, we discuss the practical difficulties of setting exemplary models in times of exception: when the unjustifiable becomes a norm, we can only give our testimony. Key words: Example, illustration, model, paradigm, testimony. Em certa ocasião, ouvi expor que um aluno quis botar em dificuldades pro seu professor de filosofia com uma provocante pedido: ah, dê-me um modelo do que é filosofia!
. Diante de tal pergunta, o professor limitou-se a responder: ah, dê-me um modelo de exemplo! Como queremos marcar a sua validade? O que é que o exemplo inclui aquilo que exemplifica? O que é que desejamos exemplificar? Mas, pra além disso, a história revela a complexa localização que o discurso filosófico assume perante a alternativa e eficácia de oferecer exemplos. Não em irão, cabe aguentar que os exemplos constituem, efectivamente, um dificuldade pro discurso filosófico, e não apenas em consequência a da relutância em apresentar que é própria de um discurso eminentemente teórico.
Em primeira instância, é problemática a unilateralidad (várias vezes, autorreferente) nos exemplos filosóficos. No final, não existe somente uma problemática filosófica do modelo, mas que, além do mais, o modelo parece suscitar um dificuldade para o discurso filosófico (ou, quem sabe, a problemática filosófica mesma: a investidura de um modelo unilateral como paradigma exemplar).
