Em nome do “interesse nacional”, o Governo francês Jean-Pierre Raffarin foi colocado pela briga pelo controle Aventis entre a gala Sanofi Synthelabo -autora da opa hostil – e a Novartis -o cavaleiro branco-. Em jogo está, segundo o primeiro-ministro, o controle de vacinas, considerado estratégico.E não só sanitariamente. D onde está a batalha por Aventis.
E os genéricos não dão trégua. No ano posterior ao término da patente, as vendas do composto original caem entre 50% e 80%, de acordo Economia Corporação, por a capacidade das cópias, cujos preços são até 40% mais baixos. Segundo o Goldman Sachs, as farmacêuticas americanas são mais vulneráveis a esta circunstância. Em 2003, os privilégios da líder do setor, a americana Pfizer, caíram 59% por causa provisões pra fazer face aos custos de aquisição de Pharmacia e inmensuráveis conflitos legais.
D durante este exercício, por causa de, segundo alertam os especialistas, os seus produtos mais rentáveis estão ameaçados pelos genéricos. A medicina para atravessar este transe está nos movimentos corporativos, conclui Banco Bpi. A consolidação permanecerá “pela indispensabilidade de manter um progresso de 2 dígitos.
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E uma fusão ou aliança é uma atraente e capaz forma de obtê-lo”, diz John D. Rhodes, sócio responsável pela Farmácia e Biologia, da Deloitte & Touche, que prevê fusões entre os grandes, em tal grau entre farmacêuticas como com biotecnológicas. As fórmulas são múltiplas.
Estão as tradicionais fusões e aquisições. D – é o recurso mais empregado. BMS atribui por volta de 30% de seu orçamento pra esse tipo de pactos. A Pfizer espera que a metade do investimento (7.500 milhões de euros por ano) nessa posição a aquisição de pequenas empresas especializadas. Também estão os acordos pontuais por produtos, como o há pouco tempo assinado entre a Merck e a Schering-Plough pra fazer um remédio contra o colesterol, ou o da Merck e a J&J para fabricar remédios sem prescrição médica, e as licenças para comercializar produtos.
Cerca de 25% da receita da indústria vem nesse sistema. E, mas, as corporações buscam novas saídas que permitam prolongar a existência útil da patente pra rentabilizar seus investimentos dispendiosos, por intermédio de ações legais contra os genéricos, por algumas aplicações patológicas de um mesmo composto.
