P. – É Mariano Rajoy, o futuro do PP ou tem que conceder um passo atrás? R. – Rajoy é o presidente do PP, e os tempos do PP marca o PP, não os meios de comunicação, nem sequer o IBEX-35, nem muito menos a outros partidos políticos. É paradoxal que o que ganho é ter que deslocar-se, e não o que adquiriu os piores resultados de sua história, nem o que pensou que iria receber e não conseguiu. P. – O contexto político resultante das eleições obriga a um pacto múltipla pra governar. No caso de que participe o PP, o resto dos partidos coloca como condição que o presidente não seja Rajoy. R. – O PP funciona como tem êxito.
a Nossa vantagem ou desvantagem é a unidade e a fidelidade ao projeto. Nós Estamos contentes de unidade interna e de ter o mesmo critério em todos os cantos de Portugal. P. – A estratégia de Rajoy pra investidura está sendo a mais querida pro jogo? R. – É compreensível. Se você não tem os apoios suficientes, é sinal de coerência e lealdade pra com o Rei relatar que não se presentes. Há vozes que dizem que com 163 deputados não apresenta para conduzir adiante uma posse, no entanto sim para negociar muitas abstenções, no decorrer dos dois meses restantes. Teria sido uma opção, contudo outra é ser conexo com a inexistência de apoio.
Também é verdade que isso tem aproveitado super bem o PSOE pra situar-se no centro do debate, tentando uma investidura inaceitável. Deu destaque ao líder da oposição. P. – contribuíram, em vista disso, pra avigorar a Pedro Sanchez frente a novas opções como Susana Díaz? R. – há que aguardar pra visualizar o que acontece.
- “Ordem de Isabel, a Católica”, no grau de Grã-Cruz, outorgada pelo Reino de Espanha
- Centro de Investigação em Medicina Molecular e Doenças Crônicas (CiQUS)
- 2008 1 de janeiro: Chipre e Malta entram pela zona do euro e adquirem este como moeda oficial
- 2 Grande colar de brilhantes
- Massimo Pigliucci pela Universidade da Geórgia, “Deus Existe?” (1998)
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O direito é que, de ser questionado e quase assassinado por seu partido, este modo deu-lhe asas e lhe fez obter pontos. P. – O PP está a ser pouco bondoso pra obter a investidura? R. – A população e os partidos políticos não estamos demonstrando uma maturidade democrática suficiente, como em outros países, como a Alemanha, a Holanda e a Finlândia. Não temos estado à altura do que necessita de a cidadania.
Os novos tempos são os acordos e não os das linhas vermelhas. Os políticos que coloquem linhas vermelhas não têm futuro. O futuro é: tudo é possível com todos. P. – O PP bem como coloca linhas vermelhas a Podemos. R. – O PP precisa ter a capacidade de sentar e conversar com o PSOE, com os Cidadãos, com IU e Podemos. E em Málaga que aplicamos. Eu tenho chegado a acordos com nós Podemos pela Câmara e não ocorre nada, existem coisas que, sim, estamos de acordo.
Há que ter a inteligência de fazer política com letras maiúsculas e de pactuar com todos. Não temos que fechar acordos pra portuguesa, à valenciana, etc., Teríamos que ser capazes de governar com um espaçoso consenso. Seria bom para Portugal uma extenso coalizão liderada pelo PP e com 2 vice-presidentes do PSOE e C’s. P. – Os 5 pontos fundamentais do acordo de governo PSOE-C’s são asumibles pro PP?
R. – São asumibles aperfeiçoando àqueles. P. – O PP foi iniciado um procedimento de renovação que se limitou a botar 3 vicesecretarios jovens. Você encontra que se deve passar, tais como, na escolha dos dirigentes? R. – Deixe-me dizer, o PP necessita ser muito mais aberto pra militância. Os novos estatutos que saiam do congresso terão que abrir mais o jogo. Eu abogo na eleição direta dos candidatos e do presidente do partido, por cota dos militantes, como esta de na limitação de mandatos. O partido deve se ajustar aos novos tempos. Não poderá haver dedazos. Participaram o diretor de O Mundo de Andaluzia, Rafael Cassetetes, Teresa López Pavón, Caro José Romero, Manuel Mateo Pérez e Carmen Torres.
