Uma Mãe Queima Viva A Sua Filha Para Se Casar Sem Sua Permissão No Paquistão

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O porta-voz explicou que a família pediu à vítima que retornasse à moradia da família depois de bater em retirada com o seu marido para celebrar uma cerimônia matrimonial e que foi, sendo assim, no momento em que a mataram. Hassan Khan, marido da falecida, indicou à polícia que viu como incontáveis familiares da agarraban, enquanto a mãe a aspergia com combustível e incendiando.

Khan para a tv paquistanesa Geo. A jovem morreu pelo motivo de ferimentos pela quarta-feira passada, dois dias após a dureza, disse à Efe o porta-voz da polícia de Murree, Mubashir Hussain Abbasi. Os chamados ‘crimes de honra’ são muito comuns no sul da Ásia. A comprometida cineasta Sharmeen Obaid Chinoy adquiriu esse ano o teu segundo Oscar pelo curta documental A Girl in the River: The Price of blue bird, que conta a história de uma sobrevivente de um desses ‘crimes de honra’.

  • 8 seg mínimo
  • Com as asas quebradas (1969)
  • Os ulemas
  • Lançamento: 13 de agosto de 2007[51]
  • dois História 2.1 Escolas Hare Krishna

Verdadeiramente, era bastante inabitual que um homem se casasse passados os trinta anos. Quanto às mulheres, esperavam regressar a uma idade entre catorze e quinze anos. O casamento de um homem com uma mulher de mais idade era socialmente aceito, a despeito de não tal como o caso oposto. Se casar no momento em que ainda não se tinha completado o recurso do desenvolvimento físico implicou para diversas jovens romanas a morte prematura ao longo do parto, do mesmo modo novas complicações associadas.

As mulheres das classes menos acomodadas casavam em uma idade mais madura, visto que pra eles não era tão acessível adquirir o dote. Os pais podiam fazer uma expectativa de casamento para seus filhos quando estes prontamente tinham sete anos de idade. O consentimento vital para contrair casamento, os noivos e o do pater famílias.

A celebração do noivado, os noivos se realizava numa solenidade (sponsalia), em que se reuniam as famílias. Existiam duas formas jurídicas pra contrair matrimônio: o cum manu (assim como chamado de in manum) e o sine manu. Pelo casamento cum manu, a mulher romana passava a autoridade de seu pai pra do marido.

Se tratava de uma forma patrilinear e patrifocal de casamento. Restavam, então, perante a autoridade de seus maridos, se bem que em menor proporção do que a sua descendência, aqueles que ficavam sob a patria potestas. A confarreatio era a mais antiga e solene maneira de casamento na Roma Antiga, sendo praticado pelos patrícios, durante estes tempos. Era prática obrigatória entre os Rex Comunal, os Flamen Dialis, os Flamines Martialis e os Flamines Quirinalis, também, só podiam casar-se, por isso, esses sacerdotes tinham que ser filhos de casais em um confarreatio.

A confarreatio era bem como a única forma de casamento em que os sacerdotes podiam estar presentes, e eram os Flamen (em representação de Júpiter, e como os Pontifices extensão máxima. A cerimônia foi consumada pela presença de dez testemunhas, porque os noivos estavam com a cabeça coberta, um ao lado do outro em bancos cobertos com pele de carneiro oferecido em sacrifício.